Presidente do BC vê futuro do sistema financeiro mais digital e tokenizado com Pix, Open Finance e Drex

banco central do brasil

Na LiveBC desta segunda-feira (4/12), o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, falou sobre a função do Banco Central na sociedade, abordando temas como autonomia, Pix, Drex, Open Finance e democratização financeira e fez um breve balanço da Agenda BC#. A conversa foi conduzida pelo Diretor de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta do BC, Maurício Moura. 


Campos Neto contou, na live, que enxerga o futuro do Sistema Financeiro Brasileiro “mais digital e tokenizado” ao citar os quatro blocos em que a agenda de inovação e tecnologia do BC se baseia: trilho de pagamentos instantâneos (Pix), plataforma de compartilhamento de dados financeiros (Open Finance), internacionalização da moeda e tokenização dos ativos com a criação do real em formato digital, o Drex.


Além disso, mostrou sua visão de futuro para o BC e respondeu a perguntas de quem participou ao vivo da live. Confira abaixo alguns dos destaques do programa, que pode ser conferido na íntegra aqui.


Autonomia

Para Campos Neto, conseguir a autonomia do BC “foi uma grande vitória institucional para o país”. Segundo ele, a atuação da autoridade monetária vai além de mandatos de governo. “A autonomia do BC aproxima o Brasil das boas práticas internacionais e faz com que se consiga separar o ciclo de política monetária do ciclo político. A gente viu isso na passagem de um governo para o outro, em como o BC foi capaz de atuar de forma independente”. 


Ele destacou que é a primeira vez que um presidente do BC trabalha com um ministro que não fazia parte da mesma equipe econômica que ele, mas que foi possível avançar com propostas que vão ficar para o futuro. “O BC é um órgão técnico e a autonomia o coloca em outro patamar institucional, inclusive em pé de igualdade com alguns outros bancos centrais que estão mais adiantados”, afirmou.


Agenda BC#

A Agenda BC# reformula o projeto iniciado em 2016 com a Agenda BC+, acrescentando novas dimensões e fortalecendo pilares anteriores. “Além de buscar a queda no custo do crédito, a modernização da lei e a eficiência no sistema, o BC mira a inclusão, a competitividade, sustentabilidade e a transparência”, afirmou. “É uma agenda mais digital, mais tecnológica, de inclusão e de sustentabilidade”.


Pix

O chefe do BC também falou, na live, sobre o Pix, produto mais visível da Agenda BC# para a população. “A sociedade abraçou o Pix”, disse. “Ele não veio apenas para substituir TED e DOC, como muitos pensavam. O Pix é uma revolução no sistema de pagamentos. Eu dizia lá atrás que iria gerar novos negócios e bancarizar muita gente”, lembrou.


E comemorou os resultados do meio de pagamento. “Nunca imaginamos o nível de adesão que o Pix teria. Semanas atrás, a gente teve mais de 160 milhões de negócios em um só dia. Estamos indo para um ritmo de crescimento em que logo teremos um negócio por pessoa por dia. Lembrando que os bancarizados estão em um número bem menor do que a população do país”.


Ainda segundo Campos Neto, “o BC quer usar o Pix, cada vez mais, como uma plataforma de programabilidade do dinheiro, com pagamentos programáveis e possibilidade de programar fluxo de pagamentos ao longo do tempo”.


“O Pix é muito elogiado globalmente falando, principalmente em termos de adesão e rapidez, como funcionou bem e como bancarizou ainda mais o país, com milhões de novas contas abertas. É um exemplo de sucesso e há um interesse grande na plataforma por parte de outros bancos centrais.”


Open Finance

O Sistema Financeiro Aberto dará mais “liberdade de escolha” por meio do compartilhamento de dados, produtos e serviços financeiros. Ao falar sobre o Open Finance, Campos Neto destacou que o ecossistema vai permitir que as pessoas concentrem dados em diferentes plataformas e comparem os produtos financeiros em tempo real, possibilitando a migração de uma plataforma financeira para outra tendo, assim, produtos sob medida e a preços mais acessíveis: “Os dados já estão trafegando e as pessoas já estão fazendo a comparabilidade de dados e produtos”.


Drex

Real em formato digital, o Drex vai possibilitar às pessoas migrarem do mundo de contas para o mundo tokenizado. Campos Neto destacou que, com ele, novos prestadores de serviços financeiros e novos modelos de negócios surgirão a custos menores. Isso porque os serviços financeiros inteligentes que acontecerem na Plataforma Drex serão automatizados, seguros, programáveis e padronizados. “O Drex vai retirar muito do ruído do processo de compra e venda, principalmente em relação aos ativos mais caros”, afirmou. 


Para explicar o uso da moeda digital na prática, ele deu o exemplo da compra e venda de um carro usado. “Você vai até a loja comprar o carro, mas não confia muito na loja e só quer fazer o pagamento quando o documento do veículo estiver no seu nome. Ao mesmo tempo, o dono da loja condiciona a transferência do carro ao pagamento. Com o Drex, esse ruído vai acabar”.


O Drex vai permitir que vários tipos de transações financeiras seguras com ativos digitais e contratos inteligentes estejam à sua disposição. “Esses serviços financeiros inteligentes serão liquidados pelos bancos dentro da Plataforma Drex do Banco Central”, que é um ambiente em desenvolvimento utilizando a tecnologia de registro distribuído (em inglês Distributed Ledger Technology – DLT).


Futuro do sistema financeiro

Perguntado sobre como estará o Sistema Financeiro Brasileiro daqui a cinco anos, Campos Neto disse enxergar no futuro um sistema mais digital e tokenizado, com a criação de produtos e serviços cada vez mais segmentados e o desenvolvimento de marketplaces para portabilidade das soluções.


Será um sistema financeiro “mais competitivo, mais inclusivo e com as pessoas tendo um nível de educação financeira diferenciado, porque elas ficarão acostumadas a equiparar produtos e serviços. Será uma evolução como um todo, mas num nível digital”.


Sustentabilidade

Ao falar de sustentabilidade, Campos Neto defendeu que as autoridades monetárias fiquem de olho no impacto das mudanças climáticas. No Brasil, em especial, de acordo com ele, “a mudança climática está intrinsecamente ligada ao nosso mandato”. 

Ele citou como exemplo a correlação de preços de produtos com fenômenos naturais: “Tem ligação com volatilidade de preço de alimentos e faz com que a inflação, que é um mandato do BC, tenha mais volatilidade também”.


Campos Neto também falou do mercado de carbono: “O Brasil e o mundo precisam se envolver e desenvolver esse mercado”. Ainda segundo o presidente do BC, “o Brasil deveria ter papel fundamental na criação e regulação do mercado de carbono, pois temos oportunidade de monetizar a floresta e é importante que o BC esteja inserido nesse tema”.


Balanço

Após quase cinco anos à frente do BC, com mandato até dezembro de 2024, Campos Neto mencionou que “nesses cinco anos fizemos muitas coisas. Injetamos liquidez e capital no sistema financeiro brasileiro, atravessamos uma pandemia, fizemos inúmeros programas com o governo de crédito para atender pequenas, médias e grandes empresas e melhorar a vida das pessoas. Inserimos uma agenda de digitalização bancária que começou no meio da pandemia, fizemos o Pix e temos o Open Finance”. 


“E espero ainda ter tempo de fazer novas realizações e de ter, por exemplo, a moeda digital funcionando e ver o sistema financeiro tokenizado, menos analógico e mais digital, até o fim do mandato”, completou.


A maior frustração nesses cinco anos, segundo ele, “é claramente a parte interna, de melhorar a situação do quadro dos funcionários. Ver maior capacidade de reconhecer tudo o que foi feito”. “[Faltou] essa parte de remuneração, gratificação, reconhecimento interno. Eu gostaria de poder ter feito muito mais e ter contribuído mais. Merecimento não falta, sobretudo pelo que foi feito”.


Fim do papel-moeda

Perguntado se o avanço dos serviços digitais, como Pix e Drex, acabariam com o papel-moeda, Campos Neto afirmou que o objetivo do BC é dar mais conforto e segurança aos usuários. A extinção do dinheiro em papel pode ser uma “consequência dessa digitalização”. 


Segundo ele, o BC quer fazer um processo mais digital “para ter mais segurança, transparência e agilidade para as pessoas”. “A gente ainda tem uma boa parte da população que paga em papel-moeda. O nosso objetivo não é acabar com o papel-moeda, mas transformar as transações em mais eficientes”, disse. 



MICROFISCO CONSULTORIA • 7 de dezembro de 2023

COMPARTILHE ESTA POSTAGEM NAS SUAS REDES SOCIAIS

Por MICROFISCO CONSULTORIA • 14 de setembro de 2026
A transição para o novo sistema tributário, que entra em vigor em 2027, não é apenas uma mudança na forma de recolher impostos. É o estopim de uma crise que já estava anunciada, mas que o governo insiste em maquiar com discursos de prosperidade e justiça social. Enquanto o país se prepara para a implementação da Reforma Tributária do Consumo (RTC), o tecido econômico e social brasileiro se desfaz em tempo real. A pergunta que não quer calar: quem vai pagar a conta? 📉 O CENÁRIO FISCAL: A BOLA DE NEVE DA DÍVIDA A dívida pública brasileira, que já ultrapassa R$ 9,7 trilhões, caminha para atingir 100% do PIB em 2027, segundo projeções do FMI. Isso significa que todo o dinheiro arrecadado com impostos não será suficiente para pagar os juros e o principal da dívida, muito menos para investir em saúde, educação e segurança. O déficit da Previdência Social já foi de R$ 460 bilhões. Para se ter uma ideia, o serviço da dívida pública consome cerca de R$ 1,3 trilhão anuais, mais do que o orçamento inteiro da saúde e da educação somados. O Estado brasileiro é uma máquina de arrecadar que não consegue entregar serviços básicos. A pirâmide da previdência está estrangulada: o número de contribuintes não cresce na mesma proporção que o de beneficiários, e o sistema caminha para o colapso. 🏭 A FUGA DE CAPITAL E AS EMPRESAS QUE DIZEM ADEUS O Brasil vive um êxodo empresarial sem precedentes. Nos últimos anos, pelo menos 20 grandes multinacionais e mais aproximadamente 80 empresas nacionais deixaram o país ou reduziram drasticamente suas operações, levando empregos, tecnologia e capital. Entre elas: 1. Ford – Encerrou a produção de veículos no Brasil em 2021, fechando fábricas na Bahia e em São Paulo. 2. Mercedes-Benz – Encerrou a produção de carros de passeio no país em 2021. 3. Häagen-Dazs – Deixou o mercado brasileiro em 2022. 4. Haribo – A fabricante de doces alemã encerrou as operações no Brasil em 2023. 5. Forever 21 – Fechou suas lojas no Brasil em 2023. 6. Fnac – Deixou o país em 2023. 7. Walmart – Vendeu suas operações no Brasil para o grupo Carrefour em 2018. 8. Toyota – Reduziu a produção e demitiu centenas de trabalhadores em 2024. 9. Volkswagen – Fechou linhas de produção e demitiu em massa em 2024. 10. General Motors – Demitiu centenas e reduziu turnos em 2024. 11. Nissan – Reduziu a produção na fábrica do Rio de Janeiro. 12. Renault – Diminuiu a produção e demitiu trabalhadores. 13. Hyundai – Reduziu investimentos no Brasil. 14. Samsung – Encerrou a produção de computadores no país. 15. Sony – Fechou a fábrica de eletrônicos em Manaus. 16. Panasonic – Encerrou a produção de TVs no Brasil. 17. Philips – Reduziu operações no país. 18. Xiaomi – Ainda não tem fábrica no Brasil, mas estuda sair do mercado. 19. Zara – Fechou várias lojas no país. 20. Burger King – Enfrenta crise e fechamento de unidades. Enquanto isso, pelo menos 20 grandes empresas brasileiras estão em processo de recuperação judicial, lutando para não fechar as portas: 1. Americanas – A maior recuperação judicial da história do Brasil, com dívidas de quase R$ 50 bilhões. 2. Oi – Em recuperação judicial desde 2016, com dívidas bilionárias. 3. Ativos da Rede – Em recuperação desde 2023. 4. Gol Linhas Aéreas – Entrou em recuperação judicial nos EUA em 2024. 5. Light – A distribuidora de energia do Rio de Janeiro entrou em recuperação em 2023. 6. Casas Bahia (Via) – Reestruturação de dívidas e fechamento de lojas. 7. Magazine Luiza – Crise financeira e reestruturação. 8. Mobly – Em recuperação judicial desde 2023. 9. Livraria Cultura – Fechou suas lojas e entrou em recuperação. 10. Livraria Saraiva – Faliu e fechou as portas. 11. Ricardo Eletro – Fechou todas as lojas. 12. Polishop – Em crise e com dívidas. 13. Leader – Em recuperação judicial. 14. Lojas Marisa – Crise e fechamento de lojas. 15. C&A – Reduziu operações no Brasil. 16. Riachuelo – Crise e reestruturação. 17. Ponto Frio – Fechou várias unidades. 18. Extra – Fechou lojas e demitiu milhares. 19. Carrefour – Reduziu operações e demitiu. 20. Dia – Supermercados fecharam as portas no Brasil. 🏛️ O INCHAÇO DA MÁQUINA ADMINISTRATIVA E OS PINDURICALHOS Enquanto o setor produtivo definha, a máquina pública incha. O Brasil tem mais de 1,3 milhão de servidores públicos federais, sem contar os estaduais e municipais. São milhares de cargos comissionados, os chamados "pinduricalhos", que custam bilhões aos cofres públicos. São privilégios a milhares: salários acima do teto, penduricalhos, auxílios moradia, alimentação, transporte, creche, e uma lista infindável de benesses. Com tanta tecnologia disponível, o país insiste em manter uma grande quantidade de pessoas ociosas penduradas no Estado. São cargos que poderiam ser automatizados, funções que poderiam ser extintas, mas que se mantêm por puro interesse político e corporativo. O funcionalismo público tornou-se uma casta intocável, que consome recursos que deveriam ir para a população. 💰 O SPLIT PAYMENT E A CONTA QUE NÃO É DO CONSUMIDOR A Reforma Tributária traz uma novidade perversa: o split payment. Na prática, o imposto será retido no ato da venda e repassado automaticamente ao governo. Parece moderno, mas é uma armadilha para o consumidor final. O imposto, que já é embutido no preço, será cobrado duas vezes do cidadão. O governo diz que o split payment combate a sonegação, mas a verdade é que o consumidor final vai amargar uma conta que não é dele. O imposto retido no ato da venda será repassado ao consumidor, que pagará a conta da ineficiência do Estado. 🏠 A CRISE NO SETOR IMOBILIÁRIO Uma grande crise se aproxima do setor imobiliário. A entrada de novos impostos sobre a construção civil, sobre a compra e venda de imóveis e sobre o aluguel vai encarecer o custo da moradia e desaquecer o mercado. As construtoras já sentem a queda nas vendas, e os compradores, endividados e sem confiança, adiam a compra. O sonho da casa própria está cada vez mais distante para milhões de brasileiros. 🌾 O AGRO, ORGULHO NACIONAL, SERÁ DURAMENTE ABALADO O agronegócio, que é a locomotiva da economia brasileira, será duramente abalado pela nova carga tributária. O setor, que já enfrenta custos altos, juros elevados e problemas climáticos, agora terá que lidar com novos impostos sobre insumos, máquinas e exportações. O resultado será menos competitividade, menos exportações e mais desemprego no campo. ⚖️ O JUDICIÁRIO CORROMPIDO E A SUPREMA CORTE ABALADA O Brasil tem um Judiciário em grande parte corrompido e uma Suprema Corte abalada por crises institucionais. A confiança da população nas instituições está no fundo do poço. Sem segurança jurídica, não há investimento. Sem investimento, não há emprego. Sem emprego, não há esperança. 🚨 O FUTURO: DIVÓRCIOS, CRIME E FUGA DE CÉREBROS As consequências dessa crise serão sentidas em todas as camadas da sociedade: • Aumento dos divórcios: A pressão financeira e o desemprego são os maiores destruidores de casamentos. Com o desemprego podendo chegar a 12%, o número de separações vai disparar. • Aumento da criminalidade: A Acled classifica o Brasil como o 7º país mais violento do mundo. O tráfico de drogas na Amazônia e nos portos brasileiros está a crescer, e as facções criminosas atuam como um poder paralelo. O governo, falido, não tem como combater isso. • Prostituição infantil: Em um cenário de fome e miséria, a prostituição infantil cresce como forma de sobrevivência. Crianças e adolescentes, em busca de dinheiro para matar a fome, são explorados por redes criminosas. É a face mais cruel de uma crise que o governo insiste em ignorar. • Fuga de cérebros: O Brasil deve perder 1.200 bilionários entre 2025 e 2026, segundo a Henley & Partners. Os jovens mais qualificados também estão a sair do país em busca de oportunidades. • Mais presídios: O governo já não consegue gerir os presídios que tem. Com o aumento da criminalidade, a construção de novos presídios será uma necessidade, mas não há dinheiro. • Rebaixamento da nota de confiabilidade: O Brasil já é visto com desconfiança pelos investidores estrangeiros. A crise fiscal e a instabilidade jurídica vão levar a novos rebaixamentos pelas agências de rating. • Maquiagem nos números do IBGE e do CAGED: O governo insiste em dizer que o desemprego está a cair, mas a metodologia do IBGE não capta a realidade. Quando um trabalhador com mais de 40 anos perde o emprego, ele não vai mais procurar outro; ele abre um negócio próprio ou vai para a informalidade. Ele sai da estatística. O CAGED, que mede o emprego formal, também não capta essa realidade. 👩 A ARMADILHA DAS LEIS DE PROTEÇÃO À MULHER O Congresso Nacional aprova, a toque de caixa, leis que prometem proteger as mulheres. Leis como a Lei 14.164/2021 (que inclui conteúdo sobre violência contra a mulher nos currículos escolares) e a Lei 14.188/2021 (que tipifica o crime de violência psicológica) são, em teoria, avanços civilizatórios. Porém, na prática, estão a criar um ambiente de terror jurídico para os empresários. O empresário brasileiro, já sufocado por impostos, juros altos e burocracia, agora teme contratar mulheres. Não por misoginia, mas por gestão de risco. Uma acusação de "violência psicológica" ou "misoginia" pode destruir a reputação de uma empresa e gerar indenizações milionárias, mesmo que a acusação seja infundada. O resultado é a discriminação estatística: as empresas, para se protegerem, simplesmente deixam de contratar mulheres para cargos de maior exposição. As maiores prejudicadas são as próprias mulheres, que veem as portas do mercado de trabalho formal se fecharem. A verdade é que a minoria quase insignificante dos homens é que maltrata mulheres. Não se pode punir por tabela a maioria dos homens que preza pela família brasileira. As leis precisam ser justas, mas também precisam ser inteligentes. Do jeito que estão, elas estão a criar um efeito bumerangue que prejudica exatamente quem deveriam proteger. 💡 A ÚNICA SAÍDA: MENOS ESTADO, MAIS LIBERDADE Não há milagre. A única saída para o Brasil é: 1. Reduzir drasticamente o tamanho do Estado: Cortar ministérios, cargos comissionados e gastos supérfluos. 2. Reduzir a carga tributária: O brasileiro trabalha cinco meses por ano só para pagar impostos. Isso precisa acabar. 3. Reforma administrativa: O funcionalismo público precisa ser eficiente e não uma casta privilegiada. 4. Revisão das leis de "proteção": As leis precisam proteger as mulheres de verdade, sem criar um ambiente de litígio que as afaste do mercado de trabalho. 5. Educação e segurança: Sem educação de qualidade e segurança, não há desenvolvimento. 🗣️ ALERTA ÀS MULHERES O Congresso está a aprovar leis que, na aparência, protegem as mulheres, mas na prática, estão a expulsá-las do mercado de trabalho. As mulheres precisam de oportunidades, não de cotas. Precisam de respeito, não de vitimismo. A verdadeira proteção vem de uma economia forte, que gere empregos para todos, e de uma educação de qualidade, que prepare as mulheres para competir em igualdade de condições. Enquanto o país debate vitimismo e cotas, a realidade é que o capital humano é o único ativo que não foge e não quebra. As mulheres brasileiras não precisam de mais leis que as tratem como eternas vítimas. Elas precisam de um país que funcione. O futuro do Brasil não será decidido nas urnas, mas nas ruas, nos escritórios e nas empresas. E enquanto o governo insiste em maquiar os números, o povo continua a sofrer. A conta vai chegar. E quem vai pagar é o povo brasileiro. Por Raimundo França Azevedo 14/09/2026
Por MICROFISCO CONSULTORIA • 20 de agosto de 2025
Manual Tecnico em Operações Fiscais com Dropshipping
Por MICROFISCO CONSULTORIA • 25 de outubro de 2024
com informações da receita federal